
Pecco Bagnaia começará a temporada de 2026 enfrentando uma pressão que não sentia desde sua chegada à MotoGP. O Bicampeão mundial, símbolo maior da era recente da Ducati, o italiano sai de um 2025 tão ruim quanto inexplicável: conquistou apenas duas vitórias, sofreu para pilotar a GP25, uma moto que, curiosamente, era a campeã do mundo e não recebeu da Ducati qualquer explicação clara sobre o que deu errado.
O silêncio da fábrica de Borgo Panigale fez surgir especulações, ruídos internos e, principalmente, a sensação de que o trono do antigo rei da MotoGP começou a rachar.
E agora o cenário fica ainda mais desafiador: Marc Márquez é seu companheiro de equipe direto e, ao mesmo tempo, seu maior adversário. Um rival implacável, referência absoluta, que chega para medir forças dentro da mesma garagem
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Primeiro julgamento: a corrida inaugural na Tailândia
O veredito começará a ser construído já na primeira etapa.
• Se Bagnaia perder para Márquez logo na abertura, especialmente depois de ver o espanhol voltar de um período de seis meses afastado, o impacto será devastador.
• Se vencer, mostrará a todos que seus títulos não foram “acidentes estatísticos”, como alguns críticos insinuaram durante 2025.
A temporada precisa ser uma resposta clara, rápida e sólida
2026 é ano de decisão contratual
O contrato de Pecco Bagnaia termina ao final de 2026, justamente quando a MotoGP dará início à nova era de motores 850cc. Ninguém sabe que fabricante dominará essa revolução.
E é por isso que o ano se torna ainda mais decisivo: ele está em jogo não apenas esportivamente, mas também em termos de mercado.
Nos bastidores, vários cenários já são comentados. Caso a Ducati decida virar a página e buscar um novo líder para os 850cc, três nomes aparecem como favoritos:
• Fermín Aldeguer, apontado por Gigi Dall’Igna como o futuro da marca.
• Fabio Quartararo, que pode abandonar a Yamaha caso o projeto do V4 não funcione.
• Alex Márquez, em evolução constante e já alinhado ao estilo Ducati.
Já dentro da própria Aprilia, alguns membros da equipe teriam descrito a fase de Bagnaia em 2025 como “triste”, revelando que o italiano parecia completamente perdido com a GP25
Yamaha sonha alto para 2027

Em Iwata, a ideia de ter Bagnaia ao lado de Toprak Razgatlioglu em 2027 não é descartada, pelo contrário, é citada como um sonho estratégico:
“Bagnaia e Toprak juntos, com a nova M1 e pneus Pirelli, formariam a dupla perfeita para dominar testes e quebrar recordes.”
Se surgir qualquer sinal de abertura, a Yamaha estaria pronta para abrir o cofre.
Fonte: MotoGP.com




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