Pecco Bagnaia viveu um GP de San Marino difícil em Misano, com desempenho aquém nas provas: ficou fora do top 15 no Sprint, caiu na corrida principal e teve de abandonar. Após esse fim de semana frustrante, ele se trancou em reunião técnica com a Ducati, buscando respostas.

No dia do teste oficial, Bagnaia voltou diferente. Conquistou o 8º lugar com o tempo de 1’30”933, ficando a 0,559 segundos de Pedro Acosta e muito próximo do companheiro Marc Márquez, que foi o sexto. Ele optou por trabalhar com peças já conhecidas, privilegiando desempenho e sensações, em vez de introduzir componentes novos, mesmo tendo testado novas peças sem sucesso em Aragon e Jerez.
A presença de Casey Stoner, lenda da Ducati, foi fundamental: ele ofereceu suporte técnico e feedback importantes, assim como Manu Poggiali, o treinador, que antecipou o que Bagnaia sentia na pista. Bagnaia afirmou que esse suporte ajuda muito, mesmo que deseje “ter Stoner sempre comigo”, destacando que esse suporte externo está sendo crucial para ele recuperar confiança.
Bagnaia está cauteloso quanto ao que vem pela frente, especialmente para Motegi. Ele afirmou que prefere manter calma, aplicar o que testou e continuar trabalhando passo a passo, com metas de evolução constante. A recuperação mostrada em Misano sugere que ele reencontrou parte de seu ritmo, mas resta saber se essa performance se sustentará nas próximas etapas.



